COIMBRA,19 de Maio de 2026

Advogado João Ramalhete Carvalho vai presidir à empresa municipal Coimbra iParque

21 de Janeiro 2026 Rádio Regional do Centro: Advogado João Ramalhete Carvalho vai presidir à empresa municipal Coimbra iParque

O advogado e eleito do PS na Assembleia Municipal de Coimbra João Ramalhete Carvalho vai presidir ao Conselho de Administração da empresa municipal iParque, sucedendo a Ricardo Lopes, que esteve em funções nos últimos três anos e meio.

“A senhora presidente [da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa) dirigiu-me um convite e eu aceitei. Já tivemos uma reunião com ela e até uma reunião de transição com o Ricardo Lopes, que foi amabilíssimo na forma como tem gerido este processo de transição”, revelou João Ramalhete Carvalho.

Em declarações à agência Lusa, o advogado sublinhou que pretende desenvolver um trabalho de seguimento, embora “não exactamente nos mesmos moldes”, de transição do iParque enquanto empresa municipal gestora de um parque empresarial para uma agência de desenvolvimento económico.

“Isto já estava no que definiram como estratégia 2023-2032 e é o que pretendemos fazer: organizar e transformar o iParque numa agência de desenvolvimento económico”, indicou.

O Conselho de Administração desta empresa municipal será também constituído por Rui Duarte, antigo presidente da Concelhia do Partido Socialista, que assume as funções de vogal não executivo.

O único membro do iParque remunerado será Raquel Veiga, actual técnica da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro, enquanto administradora executiva.

À Lusa, o presidente do Conselho de Administração cessante, Ricardo Lopes, evidenciou que, ao longo de três anos e meio conseguiram expandir a área do iParque, com novos sete lotes.

“Para além dessa empreitada pela qual fomos responsáveis pelo seu acompanhamento, assegurámos também a ocupação total dos lotes, bem como dos que ainda estavam por ocupar da primeira fase”, informou.

Trata-se, em seu entender, de um mandato marcado pela ocupação total dos lotes do iParque e pela garantia de sustentabilidade da própria empresa municipal.

“Fizemos uma alteração dos estatutos que já não acontecia há muitos anos e essa alteração estatutária serviu para alargar competências da empresa municipal. A empresa municipal passou a estar vocacionada para ser uma agência de desenvolvimento económico”, referiu.

De acordo com Ricardo Lopes, o novo Conselho de Administração do iParque deverá dar continuidade ao caminho que iniciaram e que visava transformar a empresa municipal numa agência de desenvolvimento económico.

“Estamos, obviamente, felizes por saber isso e apoiaremos um caminho de continuidade. Achamos que esta temática do desenvolvimento económico deve estar afastada de ciclos políticos e deve, o mais possível, aproximar os diferentes quadrantes, os diferentes partidos políticos, numa temática que julgamos que deve ser de união e não de discussão”, concluiu.

Fonte: Campeão das Províncias

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