COIMBRA,21 de Junho de 2026

CIM da Região de Coimbra avança com avaliação ambiental de variante à EN17

2 de Novembro 2023 Rádio Regional do Centro: CIM da Região de Coimbra avança com avaliação ambiental de variante à EN17

A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra, em conjunto com a Infra-estruturas de Portugal (IP), vai avançar com a avaliação de impacto ambiental da variante da estrada nacional 17 (EN17), foi ontem anunciado.

“Na reunião de ontem foi acertado avançar-se para os procedimentos de análise ambiental e, após os mesmos, haverá uma reanálise das intervenções a serem feitas”, explica o secretário-executivo da CIM da Região de Coimbra.

A reunião com o Governo surge depois de o estudo de viabilidade encomendado pela CIM sobre a variada da EN17, também conhecida como Estrada da Beira, concluir que, dependendo dos troços a serem concretizados, terá um custo entre 77 e 94 milhões de euros, muito superior aos 20 milhões de euros de verba definida numa resolução do Conselho de Ministros publica em 2021.

O estudo, encomendado pela CIM da Região de Coimbra, centrou-se na viabilidade de construção de uma variante à estrada nacional 17, entre o nó de Ceira (Coimbra) da A13 e Ponte Velha (Lousã), incluindo a ligação de Vila Nova de Poiares ao IP3 e ao IC6.

“Agora, vamos analisar todas as soluções em cima da mesa, para posterior Declaração de Impacto Ambiental (DIA) do projecto. Com a DIA, ficarão fechadas quais as soluções para a variante e a sua exequibilidade”, esclareceu Jorge Brito.

Questionado sobre quanto tempo demorará a ficar concluído a DIA para o projecto, Jorge Brito referiu que faz “ideia do tempo” que será gasto neste processo.

O secretário-executivo da CIM da Região de Coimbra salientou que esta fase de avaliação ambiental é “a fase natural e consequente da evolução do processo”.

Questionado sobre se há vontade de o Governo avançar com o processo, mesmo que o orçamento exceda o previsto, Jorge Brito recusou-se a prestar quaisquer declarações.

Também sobre a possibilidade de reforço de financiamento para a variante através de outros meios (o dinheiro a ser aplicado resultado do leilão 5G), o secretário-executivo também se recusou a responder.

O estudo de viabilidade técnica conclui que a empreitada deverá ter um custo entre os 77 e os 94 milhões de euros, valores que dependem das soluções adoptadas sobre o troço final (havendo duas alternativas de ligação de Vila Nova de Poiares ao IP3 e uma opção de ligação ao IC6).

Fonte: Campeão das Províncias

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