COIMBRA,2 de Agosto de 2021

Luís Antunes defende Sistema de Mobilidade do Mondego como prioridade do PRR

1 de Março 2021 Rádio Regional do Centro: Luís Antunes defende Sistema de Mobilidade do Mondego como prioridade do PRR

Luís Antunes, presidente da Câmara Municipal da Lousã, defende que o Sistema de Mobilidade do Mondego deve ser uma das prioridades do Plano de Recuperação e Resiliência. Nova ligação Coimbra-Viseu e definição objectiva de uma alternativa à EN17 devem também estar inscritas como prioridades no documento.

Luís Antunes defendeu hoje que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), documento que se encontra em discussão pública, e será executado até 2026, deve incluir alguns investimentos estratégicos para a região, nomeadamente a implementação do Sistema de Mobilidade do Mondego.

Este investimento, que está já no terreno e tem maturidade, cumpre os pressupostos definidos no Plano, nomeadamente sendo um contributo efectivo para a mobilidade sustentável na região e tendo também diversas vantagens do ponto de vista ambiental.

É, claramente, um projecto que vai dotar a região, os concelhos abrangidos – e outros que podem vir a ser integrados numa fase posterior neste sistema – de mais modernidade e centralidade.

Luís Antunes defendeu, ainda, que o Plano deverá contemplar uma identificação objectiva da alternativa à estrada da Beira (EN17), com ligação à A13 (Nó das Lagoas), uma via estruturante para o desenvolvimento de todo o eixo entre Coimbra e a Guarda.

O Autarca, a exemplo do que já tem feito em diversos momentos, voltou também a defender a importância estratégica de uma nova ligação entre Coimbra-Viseu.

Ao nível de projectos concelhios, o Autarca defendeu ainda a construção de um edifício complementar – previsto no projecto inicial – ao Centro de Saúde da Lousã, nomeadamente para reforçar os cuidados de saúde primários, em particular com a criação de condições para ampliar a oferta de serviços e especialidades e a capacidade de resposta à comunidade.

Também a requalificação da Escola Secundária da Lousã – que se assume como um investimento estruturante para a implementação da Escola Digital, um dos objectivos do PRR e cujo concurso está em desenvolvimento – deve ser incluída no conjunto de investimentos a realizar.

Simultaneamente, Luís Antunes, alertou ainda para “a necessidade da dotação adequada e a implementação de acções concretas na Serra da Lousã, como a Escola da Floresta – Laboratório Colaborativo, tendo esta proposta enquadramento nos desígnios das alterações climáticas, valorização da Floresta e Resiliência do Território.”

Nos contributos remetidos, o Presidente da Câmara Municipal da Lousã realçou também para a necessidade de “sem colocar em causa os contributos da CIM Região de Coimbra, nomeadamente no que respeita ao combate à crise económica e social, reconhecer a região de Coimbra como um pólo de excelência ao nível da saúde, nomeadamente com a construção da nova maternidade e no apoio à modernização do ensino superior e às infraestruturas de conectividade, defendendo que o modelo de governação ser mais territorializado por forma a garantir a sua boa execução”.

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