É o maior número de estudantes outgoing de sempre na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC). Só no primeiro semestre deste ano lectivo, a instituição enviou em mobilidade 111 estudantes (alunos do 4o ano) que vão fazer ensinos clínicos em 18 países.
Segundo comunicado da ESEnfC, “a maioria escolheu a vizinha Espanha, mas houve também estudantes de Enfermagem de Coimbra a saírem para destinos como Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Dinamarca, Eslovénia, Estónia, França, Grécia, Hungria, Itália, Letónia, Polónia, Roménia, Turquia, México e Portugal (uma aluna que optou por fazer mobilidade no país de origem)”.
Pela primeira vez, a ESEnfC coloca estudantes em mobilidade nas seguintes instituições: University of Primoroska – Faculty of Heath Sciences (Eslovénia), Universidad de Burgos (Espanha), Tartu Health Care College (Estónia), University of Peloponnese (Grécia) e Bulent Ecevit University (Turquia).
Para a Presidente da ESEnfC, Aida Cruz Mendes, “esta dinâmica de internacionalização, criando oportunidades para que os nossos estudantes contactem com a realidade de outros países, dos seus sistemas de saúde e cultura, é muito importante para o seu desenvolvimento pessoal e educativo”.
O retorno das actividades académicas relacionadas com a mobilidade internacional merece “todo o apoio que for possível” por parte da ESEnfC, notou a dirigente, no dia abertura solene das aulas na instituição. Fernando Amaral, coordenador do Gabinete das Relações Nacionais e Internacionais da ESEnfC, explica que este número de estudantes outgoing (que saem para períodos de formação noutras instituições europeias, mas também, por vezes, noutros continentes), “resulta não só do facto de a Escola apresentar relatórios de mobilidade bem avaliados pela Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação, e que configuram boas práticas – permitindo-lhe, por isso, investimentos progressivos –, mas porque a Escola contribui, subsidiariamente, com bolsas para estimular nos estudantes a opção por universidades de renome e em países com mais elevado custo de vida”.
Incoming para estágios de observação e doutoramentos sanduíche Entretanto, já chegaram à ESEnfC 66 estudantes estrangeiros, cujo maior número frequentará atividades no âmbito do curso de licenciatura, em contexto escolar e de serviços de saúde, mas alguns também para estágios de observação (na área da “Inovação e Simulação Realística em Saúde”), para percursos de iniciação à investigação para estudantes de graduação e para formação avançada na Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (duas investigadoras, do Brasil e de Espanha, a fazerem doutoramento sanduíche).
“Queremos manter a nossa escola como uma academia aberta ao mundo. Valorizamos a integração de estudantes provenientes de outros países, que pedem a admissão aos nossos cursos”, afirma, ainda a professora Aida Cruz Mendes, ao revelar que, consciente da “responsabilidade na criação de um mundo mais acolhedor e pacífico”, a ESEnfC aderiu “ao programa de acolhimento de refugiados da crise humanitária do Afeganistão”.
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