Já são conhecidos os vencedores do torneio “Aprender Direito(s)”, uma iniciativa do Projecto Triplo D, dirigida a crianças e jovens dos Centros de Actividades de Tempos de Livres (CATL) da Cáritas Diocesana de Coimbra, que decorreu de 12 a 28 de Julho de 2021. Contou com a participação de nove equipas, num total de 96 participantes, que tiveram de responder a quatro desafios online, divididos em diferentes níveis de dificuldade, através de uma aplicação online gratuita. Com recurso à gamificação, este torneio teve como objectivo promover a exploração e aprendizagem de diferentes temáticas sobre os direitos humanos, direitos das crianças, cidadania e participação democrática.
“Para além de colocar os conhecimentos das equipas à prova, também proporcionou momentos de cooperação, descoberta e diversão!”, disse em comunicado a Cáritas.
Foram criados três níveis de dificuldade, adaptados às idades/escolaridades dos participantes: 1.º Ciclo – “Grão a grão, enche a galinha o papo”; 2.º e 3.º Ciclos – “Devagar se vai ao longe”; Ensino Secundário – “A falar é que a gente se entende”. Cada equipa foi acumulando pontos ao longo dos quatro desafios e estes são os vencedores, por níveis, do torneio “Aprender Direito(s)”:
1.º Ciclo : Equipa do CATL do Bairro da Rosa (Centro Comunitário de S. José)
2.º e 3.º Ciclo: Equipa do CATL 2.º e 3.º Ciclo Martim de Freitas (Coimbra)
Ensino Secundário: Equipa do CATL da Escola Secundária Fernando Namora (Condeixa)
Participaram ainda no torneio as equipas do CATL 2.º e 3.º Ciclo de Guia, CATL 2.º e 3.º Ciclo de Taveiro, CATL 2.º e 3.º Ciclo de Alvaiázere, CATL 2.º e 3.º Ciclo de Soure e CATL 2.º e 3.º Ciclo da Lousã (Secundária) e uma equipa do Centro de Actividades Juvenis, do Centro Comunitário S. José.
A equipa do Projecto Triplo D destaca que o desempenho das equipas “esteve ao mais alto nível”. Goreti Oliveira e Joana Carvalho, técnicas do Projecto, referem que este é o resultado do “empenho e interesse que todos os participantes dedicaram aos desafios propostos, no âmbito das temáticas do Triplo D, e a importância do trabalho em equipa”. O reconhecimento do “excelente trabalho desenvolvido” ficará representado num prémio simbólico de participação para todas as equipas, para além do certificado de participação e alguns materiais de disseminação produzidos pelo projecto.
O Triplo D é financiado pelo Programa Cidadãos Ativ@s (2018-2024), no âmbito do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu – EEA Grants, gerido em Portugal pela Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação Bissaya Barreto.
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