O ministro das Infraestruturas e Habitação disse hoje, em Coimbra, que a consignação da empreitada de abertura do canal de ‘metrobus’ (autocarros eléctricos) na Baixa é um “passo estruturante” para a mobilidade da cidade e da região.
Discursando no exterior dos Paços do Concelho de Coimbra, na cerimónia de consignação da obra, que se insere no Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), Pedro Nuno Santos salientou que a intervenção parecia “um bloqueio difícil de arrancar” mas que “desta vez é a sério”:
Pedro Nuno Santos diz que os prazos têm de ser cumpridos mas que, quando estão em causa obras publicas, estes não são assim tão lineares:
Horas antes, o governante tinha presidido em Serpins, no concelho da Lousã, à cerimónia de consignação da empreitada de adaptação do Ramal da Lousã (desactivado há 10 anos) à circulação de veículos do tipo “metrobus”, entre aquela localidade e o Alto de São João (Coimbra), numa extensão de 30 quilómetros, que também se insere no SMM.
A empreitada de abertura do canal de ‘metrobus’ na Baixa de Coimbra vai ligar a frente do rio Mondego à Rua da Sofia, permitindo a execução da Linha do Hospital do SMM.
Trata-se de um investimento de 3,5 milhões de euros, com um prazo de execução de 23 meses, que integra a reconstrução de vários imóveis e a construção do edifício-ponte, da autoria do Arquitecto Gonçalo Byrne.
A Linha do Hospital do ‘metrobus’ fará a ligação da zona da Baixa de Coimbra e do Ramal da Lousã à zona de Celas, onde se localizam os Hospitais da Universidade de Coimbra, IPO, Hospital Pediátrico, e as Faculdades de Medicina e Farmácia.
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