Marco Daniel Duarte, director do Museu do Santuário de Fátima, explica que esta iniciativa, implementada já há uns anos e que abrange quase todas as exposições apresentadas desde 2010, têm sobretudo dois objectivos: tornar a exposição acessível a pessoas que, por algum impedimento — muitas vezes o de residirem fora de Portugal —, não possam deslocar-se ao Santuário de Fátima e perpetuar as informações que uma visita deste tipo reúne, uma vez que, sendo efémera, dificilmente podem voltar a juntar-se aquelas obras de arte e documentos históricos num mesmo espaço e com aquele específico discurso museológico.
As vistas estão disponíveis nas sete línguas oficiais do Santuário de Fátima e têm vários menus que permitem fazer o seu percurso através dos diferentes núcleos expositivos, dando ainda a possibilidade de abrir fotografias de cada um dos objectos e das respectivas legendas. Estas visitas podem ser feitas ouvindo o mesmo tema musical que os visitantes ouviram quando as exposições estiveram abertas ao público, tema que foi inspirado na temática de cada uma das exposições.
“Nalguns momentos, estas exposições podem mesmo vir a proporcionar formas de acesso às peças que, in loco, não seria possível, visionando alguns pormenores através das imagens disponíveis”, refere ainda o responsável.
O micro-site de cada uma das exposições, para além das informações técnicas relativa a cada mostra, disponibiliza ainda uma galeria com as imagens de cada um dos objectos expostos.
“Quando as visitas virtuais foram lançadas, não imaginávamos que poderiam vir a ser um instrumento ainda mais útil, como agora se verifica, em tempos de pandemia, para todos os que se vêm impedidos de vir ao Santuário de Fátima”, afirma Marco Daniel Duarte, em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima.
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