COIMBRA,16 de Abril de 2024

PSD de Condeixa-a-Nova defende demissão do presidente da Câmara após condenação

13 de Janeiro 2023 Rádio Regional do Centro: PSD de Condeixa-a-Nova defende demissão do presidente da Câmara após condenação

O PSD de Condeixa-a-Nova defendeu, esta sexta-feira, que o presidente da Câmara, Nuno Moita, deve renunciar ao cargo pelas mesmas razões invocadas na sua demissão da liderança da Federação de Coimbra do PS.

“Os valores deveriam ser iguais. Então de que é que o presidente está à espera para sair da Câmara Municipal?”, questiona a presidente da Comissão Política Concelhia do PSD, Diana Pereira Santos.

Na sua opinião, Nuno Moita, “uma vez que sai da Federação do PS e pelos motivos que invoca”, deveria abandonar igualmente a presidência da autarquia, “por uma questão de respeito pelos condeixenses”.

“Se o ainda presidente da Câmara considera ser a sua demissão da Federação Distrital do PS o melhor para os militantes do PS, os munícipes de Condeixa também merecem que seja tomada esta mesma atitude, não comprometendo o funcionamento e bom nome da instituição a que preside”, preconizou o PSD, num comunicado divulgado.

Para a estrutura partidária liderada por Diana Pereira Santos, membro da Assembleia Municipal, Nuno Moita “não reúne condições políticas para continuar a exercer o cargo público de presidente da Câmara de Condeixa-a-Nova, estando numa situação política fragilizada e instável que prejudica sobretudo o Município”.

A recente condenação de Nuno Moita “pelo crime de participação económica em negócio”, segundo o PSD de Condeixa-a-Nova, “terá mais implicações no exercício” do cargo autárquico “e na vida dos seus munícipes”.

Esta semana, a três dias da realização em Coimbra, neste sábado, de uma reunião da Comissão Política Nacional do PS, Nuno Moita demitiu-se da liderança da Federação de Coimbra do partido.

No dia 5 tinha sido condenado em Tribunal a uma pena de quatro anos de prisão, com suspensão da execução da pena, por favorecimento de empresas quando era vice-presidente do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ).

O próprio Nuno Moita divulgou na altura a sua condenação, alegando estar inocente e anunciando a sua decisão de recorrer da sentença.

Fonte: Campeão das Províncias

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