O projecto COL.ECO (Colaboração na Organização Local de Economia Sustentável do Concelho de Coimbra), promovido pela Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra (APBC), foi apresentado, esta sexta-feira (29), e promete impulsionar micro-empresas para esta zona.
A partir de agora, a Baixa de Coimbra vai passar a ter um edifício com três andares, situado na Rua Adelino Veiga, “poeta-operário” de Coimbra, que funciona como loja colaborativa, espaço de incubação e capacitação, focado em modelos de economia sustentável.
Naquele edifício, vai funcionar, ao mesmo tempo, uma loja colaborativa, um espaço de incubação de ideias de negócios ecológicos e sustentáveis e um espaço de capacitação para pessoas em situação de desemprego de longa duração.
Financiado por fundos europeus e tendo como investidor social o município de Coimbra, este é um projecto que junta várias vontades – dinamizar a Baixa, potenciar actividade económica e vinculá-la àquela zona da cidade.
Este projecto vai ser comparticipado pela Câmara Municipal de Coimbra (CMC) em 30% do investimento total.
“Uma das nossas prioridades é rentabilizar e dinamizar o Centro Histórico da cidade e dar o seu contributo naturalmente para a inclusão social para apoio a pessoas em situação de maior vulnerabilidade. Para bons projectos, boas ideias, com um fim nobre como é o caso deste projecto irá arranjar-se seguramente a verba para isto”, realçou o vereador CMC, Miguel Fonseca, que marcou presença na apresentação.
Ana Cortez Vaz, vereadora da Câmara, enaltece esta iniciativa e reforça que “ter uma incubadora social em Coimbra é um motivo de orgulho para nós”.
“As nossas expectativas é que de facto todas as pessoas, empresas e ideias que estão aqui incubadas possam, todas elas, vingar para trazer mais dinamismo à Baixa de Coimbra que é isso um dos nossos objectivos primordiais”.
Também Assunção Ataíde, presidente APBC, afirma que este projecto é “um ponto de arranque para uma nova dinâmica da Baixa”, que nos últimos dois anos esteve bastante ‘apagada’.
“Estamos no fundo a realizar um sonho que é dar a possibilidade de termos uma série de pessoas, uma diversidade de empresas, a criar a possibilidade de realizar o sonho, de serem capacitados, de fazerem uma aprendizagem e fazerem formação em várias áreas. Vamos ter uma equipa multidisciplinar que vai capacitar todas estas pessoas para ao longo de um ano e pouco tenham autonomia. No fundo é criar autonomia a estas micro-empresas”, revela.
As micro-empresas são de diversas áreas, desde o vestuário, bijuteria, alimentação, entre outras.
Neste momento foram apresentados cerca de seis candidatos, mas já têm outros tantos para receber formação.
Fonte: Campeão das Províncias
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