Mallu Magalhães, Miguel Araújo, Carolina Deslandes e Jorge Palma, entre outros, vão actuar nas Festas da Cidade de Coimbra, de 1 a 10 de Julho, num programa com corte de 120 mil euros no orçamento.
O Jardim da Sereia vai voltar a ser palco dos concertos das Festas da Cidade (todos de entrada gratuita), com os espectáculos a arrancarem em 1 de julho, com Aurea, anunciou esta quinta-feira a Câmara de Coimbra.
O programa conta também com um concerto de guitarra portuguesa do conimbricense Bruno Costa, que terá a participação de Cuca Roseta, André Sardet e Vitorino, e termina em 10 de Julho, com um espectáculo de tributo a Zeca Afonso, em que participam os músicos Salvador Sobral e Cristina Branco. Pelo certame, passam ainda Samuel Úria e Time to Tramp (banda de tributo aos Supertramp).
O vice-presidente da Câmara de Coimbra, Francisco Veiga, realçou que a autarquia quis nesta edição assumir uma “programação audaz, eclética e abrangente” e, ao mesmo tempo, reduzir os custos face ao orçamento de anos anteriores.
Este ano, as Festas da Cidade terão um custo de 245 mil euros, menos 120 mil euros do que em 2020, ano em que “não houve fogo-de-artifício”, realçou o presidente da Câmara, José Manuel Silva, referindo que o espectáculo pirotécnico terá um custo de 70 mil euros.
O autarca destacou também o facto de não haver sobreposição entre as comemorações civis do Dia da Cidade (4 de Julho) e as comemorações religiosas associadas à padroeira de Coimbra, a Rainha Santa Isabel, de modo a garantir que o presidente da Câmara também poderá estar associado às celebrações eclesiásticas.
Ao contrário de anos anteriores, as comemorações civis serão na Praça do Comércio, onde estará a decorrer a Feira do Livro. “Apesar deste lindo Salão Nobre, queremos levar a comemoração civil da cidade para o meio das pessoas, numa zona aberta e nobre da cidade, como é a Praça do Comércio”, realçou José Manuel Silva.
Na apresentação das Festas da Cidade, esteve também presente o presidente da Confraria Rainha Santa Isabel, Joaquim Nora, que realçou que o programa deste ano procurou engrandecer as celebrações religiosas, fruto de dois anos sem procissão por causa da pandemia.
Depois de três dias de pregação na Igreja de Rainha Santa Isabel, pelo arcebispo de Évora, Francisco Coelho, haverá uma missa solene em 4 de Julho, no mesmo lugar, seguindo-se, no dia 7 de Julho, a procissão da imagem da Rainha Santa até à Igreja de Santa Cruz. A imagem ficará nessa Igreja até 10 de Julho, dia em que haverá nova procissão de regresso a Santa Clara-a-Nova.
Joaquim Nora destacou que, para além das celebrações religiosas, haverá um programa cultural, com concertos entre 18 de Junho e 17 de Julho.
Fonte: Campeão das Províncias
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