COIMBRA,25 de Outubro de 2021

Juntos Somos Coimbra diz que “está tudo por fazer” na Baixa da cidade

17 de Setembro 2021 Rádio Regional do Centro: Juntos Somos Coimbra diz que “está tudo por fazer” na Baixa da cidade

O cabeça-de-lista da coligação Juntos Somos Coimbra, José Manuel Silva, afirma que “está tudo por fazer” na Baixa e prometeu dar uma nova vida e dinâmica àquela zona da cidade.

“Está tudo por fazer na Baixa de Coimbra. As pessoas reclamam, estão tristes e querem mudar a Câmara de Coimbra para que a Baixa se volte a dinamizar e seja encarada como local de habitação e como um grande centro comercial a céu aberto”, disse o candidato da coligação Juntos Somos Coimbra (PSD/CDS-PP/Nós, Cidadãos!/PPM/Volt/RIR /Aliança), que visitou, esta sexta-feira, o Mercado D. Pedro V.

Para o também vereador eleito pelo movimento independente Somos Coimbra (cujos elementos integram as listas da coligação através do Nós, Cidadãos!), as obras que estão a decorrer no Mercado D. Pedro V deveriam ter sido “mais ambiciosas”.

José Manuel Silva considerou que a falta de clientes e lojistas naquele espaço está também ligada à falta de pessoas na Baixa da cidade.

Na visita ao Mercado, ouviu vozes de descontentamento em relação ao Mercado e à Baixa, no meio de várias promessas de voto na coligação que encabeça.

“Será que vai conseguir? Era bom, que o mercado precisa”, disse uma comerciante. Já um talhante afiançou que a luta entre PS, que lidera o Município, e a coligação será “renhida”, mostrando-se algo indeciso.

“Se prova a refeição e está estragada, tem que experimentar uma nova. Não vai ficar a comer da outra”, ripostou José Manuel Silva.

Relativamente àquela zona da cidade, o candidato disse aos jornalistas que a ausência de pessoas na Baixa está associada à perda demográfica que o concelho tem vindo a sofrer. “É preciso mais investimento, mais empresas, mais emprego”, reafirmou.

Para a Baixa, o candidato propõe a colocação de imóveis no mercado de arrendamento a custos controlados, a construção de uma residência universitária, uma sala de estudos a funcionar 24 horas por dia, um Pátio da Inquisição como zona dedicada à cultura, um museu sobre a história da cidade e um plano de recuperação do património da Rua da Sofia.

Já para a Praça do Comércio, José Manuel Silva imagina o seu aproveitamento à imagem de “uma grande ‘plaza’ espanhola”, dando-lhe uma “nova centralidade”.

Para o cabeça de lista da coligação, o atual presidente de Câmara não tem qualquer estratégia quer para a Baixa quer para o concelho.

“Se mudarmos a Câmara, a cidade acelera automaticamente, porque o grande factor político de desenvolvimento, ou infelizmente de estagnação e declínio no caso de Coimbra, é a Câmara”, asseverou.

“Está tudo por fazer na Baixa de Coimbra. As pessoas reclamam, estão tristes e querem mudar a Câmara de Coimbra para que a Baixa se volte a dinamizar e seja encarada como local de habitação e como um grande centro comercial a céu aberto”, disse o candidato da coligação Juntos Somos Coimbra (PSD/CDS-PP/Nós, Cidadãos!/PPM/Volt/RIR /Aliança), que visitou, esta sexta-feira, o Mercado D. Pedro V.

Para o também vereador eleito pelo movimento independente Somos Coimbra (cujos elementos integram as listas da coligação através do Nós, Cidadãos!), as obras que estão a decorrer no Mercado D. Pedro V deveriam ter sido “mais ambiciosas”.

José Manuel Silva considerou que a falta de clientes e lojistas naquele espaço está também ligada à falta de pessoas na Baixa da cidade.

Na visita ao Mercado, ouviu vozes de descontentamento em relação ao Mercado e à Baixa, no meio de várias promessas de voto na coligação que encabeça.

“Será que vai conseguir? Era bom, que o mercado precisa”, disse uma comerciante. Já um talhante afiançou que a luta entre PS, que lidera o Município, e a coligação será “renhida”, mostrando-se algo indeciso.

“Se prova a refeição e está estragada, tem que experimentar uma nova. Não vai ficar a comer da outra”, ripostou José Manuel Silva.

Relativamente àquela zona da cidade, o candidato disse aos jornalistas que a ausência de pessoas na Baixa está associada à perda demográfica que o concelho tem vindo a sofrer. “É preciso mais investimento, mais empresas, mais emprego”, reafirmou.

Para a Baixa, o candidato propõe a colocação de imóveis no mercado de arrendamento a custos controlados, a construção de uma residência universitária, uma sala de estudos a funcionar 24 horas por dia, um Pátio da Inquisição como zona dedicada à cultura, um museu sobre a história da cidade e um plano de recuperação do património da Rua da Sofia.

Já para a Praça do Comércio, José Manuel Silva imagina o seu aproveitamento à imagem de “uma grande ‘plaza’ espanhola”, dando-lhe uma “nova centralidade”.

Para o cabeça de lista da coligação, o atual presidente de Câmara não tem qualquer estratégia quer para a Baixa quer para o concelho.

“Se mudarmos a Câmara, a cidade acelera automaticamente, porque o grande factor político de desenvolvimento, ou infelizmente de estagnação e declínio no caso de Coimbra, é a Câmara”, asseverou.

Jornal Campeão das Províncias

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