COIMBRA,27 de Novembro de 2021

Enfermeiros contra perda de mais Serviços no Hospital dos Covões

2 de Abril 2021 Rádio Regional do Centro: Enfermeiros contra perda de mais Serviços no Hospital dos Covões

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses considerou, esta quinta-feira, que o Hospital Geral dos Covões “não pode perder mais serviços”.

“Sabemos agora que os Cuidados Intensivos, que excelentes respostas deram à actual pandemia, foram encerrados, como a Urgência poderá seguir o mesmo destino durante o período nocturno”, refere o Sindicato, acrescentando que o Hospital Geral dos Covões “tem urgência aberta para a sua autonomia e a luta dos trabalhadores e das populações é o único caminho para travar o esvaziamento ou redução da resposta diferenciadora deste hospital”

Para o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses “é inconcebível e incompreensível que estas medidas sejam tomadas ao arrepio do interesse da saúde pública das populações” e “em Coimbra, à boleia das sinergias da fusão dos hospitais, da dita reestruturação da rede de referenciação de diversas especialidades médicas, da economia de escala e o que mais lhes interessa, para o ataque e descaracterização do SNS, o Hospital Geral dos Covões é o alvo a abater”.

O Sindicato diz que “há muito que tomou posição não só opondo-se à fusão dos hospitais de Coimbra, em 2011, como antes, em 2007, estiveram frontal e convictamente contra a passagem do ex-Centro Hospitalar de Coimbra, onde se inseria o Hospital Geral dos Covões (HGC), a Entidade Pública Empresarial (EPE)”.

“A empresarialização do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que transformou e aglomerou as instituições de saúde (hospitais e centros de saúde) em empresas que designaram de Centros Hospitalares e Unidades Locais de Saúde, apenas serviram para dar um golpe monstruoso nos direitos dos seus trabalhadores e por consequência, no SNS”, refere o Sindicato.

Recusando a ingenuidade, o Sindicato declara que “o caminho e o plano para o Hospital Geral dos Covões foram e estavam traçados. O Plano para o HGC era e continua a ser o Não Plano e Marta Temido e Rosa Reis Marques assim o confirmaram. Será que uma e outra ainda se lembram que lá trabalharam? Não temos dúvidas que sim, mas…” – conclui o Sindicato.

Jornal Campeão das Províncias

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