COIMBRA,18 de Maio de 2022

CM de Coimbra assinala 108 Anos do nascimento de Marguerite Duras com conferência

21 de Março 2022 Rádio Regional do Centro: CM de Coimbra assinala 108 Anos do nascimento de Marguerite Duras com conferência

Amanhã, dia 22 de Março, a Casa da Escrita acolhe a conferência “Lembrar Marguerite Duras”, proferida pelas professoras Zlatka Timenova e Cristina Robalo-Cordeiro. A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal (CM) de Coimbra, pretende assinalar os 108 anos do nascimento da escritora e cineasta francesa. A conferência, que decorre às 17h00 na Casa da Escrita, é de entrada livre.

A CM de Coimbra vai evocar Marguerite Duras, através da conferência intitulada “Lembrar Marguerite Duras”, a propósito da comemoração do 108º aniversário do nascimento da escritora (4 de Abril de 1914 – 3 de Março de 1996).

A iniciativa, que tem lugar amanhã, 22 de Março, às 17h00, na Casa da Escrita, é de entrada livre e conta com a participação de Zlatka Timenova Valtcheva (doutorada em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade de Coimbra, com especialidade de Literatura Francesa, com a Tese “Le silence et ses formas dans l’ouvre romanesque de Margeurite Duras”) e de Cristina Robalo-Cordeiro (professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e com forte ligação à língua e à literatura francesas).

Marguerite Duras, pseudónimo de Marguerite Donnadieu, será, assim, o motivo da conversa cruzada entre as duas professoras. A importância da sua obra no contexto actual e a perenidade da linguagem do amor na busca do ofício da escrita que “O Amante” (romance autobiográfico, de 1984, adaptado ao cinema por Jean-Jacques Annaud, em 1992) trouxe à Literatura em “busca do absoluto na procura do prazer”.

Com uma vasta obra, destacam-se títulos como “O Amante”, “A Dor”, “Uma Barragem Contra o Pacífico”, “O Amante da China do Norte”, “O Deslumbramento” ou “Hiroshima Meu Amor”, este último adaptado ao cinema por Alain Resnais, em 1959. Enquanto cineasta, realizou “Nathalie Granger (1973) e o conceituado “India Song” (1975), apesar de ser sobejamente mais reconhecida na carreira literária do que na cinematográfica.

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