COIMBRA,15 de Janeiro de 2021

Águas do Baixo Mondego e Gândaras mantém inalterado o tarifário

13 de Janeiro 2021 Rádio Regional do Centro: Águas do Baixo Mondego e Gândaras mantém inalterado o tarifário

O tarifário de 2021 dos serviços de abastecimento e saneamento da empresa Águas do Baixo Mondego e Gândaras (ABMG), que serve os concelhos de Mira, Montemor-o-Velho e Soure, mantém-se igual ao de 2020, segundo anunciou a empresa.

Aprovado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR), o tarifário segue o do ano transacto, com a estrutura tarifária para 2021 a dividir-se em dois grandes grupos: utilizadores domésticos e utilizadores não-domésticos, ficando também pré-determinado um período de progressiva adaptação tarifária para as várias tarifas bonificadas.

“Para além de reforçar uma lógica de responsabilidade ambiental, penalizando os consumos mais excessivos, o tarifário para o próximo ano aproxima a estrutura tarifária das recomendações da ERSAR”, refere a empresa.

Segundo a ABMG, “em 2020, ano em que a empresa se tornou entidade gestora dos municípios de Mira, Montemor-o-Velho e Soure verificou-se, no caso do concelho de Soure, uma diminuição no custo do serviço, no caso do concelho de Montemor-o-Velho o tarifário manteve-se inalterado e, no caso do concelho de Mira, as tarifas foram atualizadas e sofreram um pequeno aumento”.

De acordo com a ABMG, “a água não facturada, valores que foram apurados aquando a avaliação do tarifário para 2021, inclui não só as perdas reais, através de fissuras, roturas e extravasamentos de água, como inclui também as perdas aparentes, devidas a imprecisões nas medições da água e a furto ou uso ilícito de água e ainda as perdas correspondentes a consumos autorizados mas não facturados que correspondem a água para lavagem de ruas, rega de espaços verdes públicos, alimentação de fontes e fontanários, lavagem de condutas e coletores de saneamento e ainda combate a incêndios”.

A ABMG refere, ainda, que tem como objectivo “amortecer o custo de água não facturada, em grande medida graças ao investimento de 1,5 milhões de euros numa tecnologia inovadora que permite a medição e comunicação de informações – a telemetria”. “Este sistema permite o conhecimento em tempo real do escoamento ao nível dos caudais de entrada e saída nas zonas de abastecimento e das pressões em dispersos pontos de monitorização distribuídos pela rede”, esclarece.

A empresa refere, também, que “a exploração de sistemas de abastecimento de água é uma actividade de grande complexidade, pela necessidade de uma contínua procura de maior eficácia e eficiência no serviço prestado aos utilizadores, por forma a ser proporcionada uma adequada qualidade de serviço com um preço aceitável”.

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