O programa de intervenção artística FÔLEGO – o qual decorrerá entre o final de 2021 e o verão de 2023 em Mação, Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila
de Rei -, vai ser apresentado no concelho de Oleiros, no próximo dia 24 de Novembro, pelas 10h00, no espaço Olhar o Zêzere, junto da praia fluvial da Aldeia do Xisto de Álvaro. Promovido pela Academia de Produtores Culturais, em parceria com Mapa das Ideias, H2Dance (Noruega), Universidade da Islândia, Associação Pinhal Maior e os 5 municípios que a integram, o programa apela à mobilização geral pela mitigação da crise climática. Aliando as artes, a ciência e o ambiente, será trabalhada a problemática em várias frentes – não apenas numa abordagem conceptual e artística -, sensibilizando e envolvendo a
comunidade.
“Convidando à imersão no património natural por via das artes, o projecto actua num esforço coordenado entre dezenas de instituições locais, nacionais e
internacionais, de carácter governamental e não-governamental e é financiado no quadro EEA Grants, Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, tendo como parceira a DGARTES”, lê-se em comunicado da Câmara Municipal de Oleiros.
O nome FÔLEGO surge da associação do território ao fogo, mas também ao ar, necessário à combustão e à vida. Sob o lema “Artes para aproximar e respirar melhores tempos”, o programa privilegia o envolvimento da comunidade local em torno de um futuro saudável e consciente. Com uma
programação cruzada entre várias áreas artísticas: artes plásticas, dança, fotografia, música, novo-circo, novos media e teatro, a intervenção terá como eixo principal a arte participativa e comunitária, em relação próxima com as populações, promovendo a mobilidade de públicos e artistas locais, nacionais e internacionais.
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