COIMBRA,16 de Abril de 2024

Obras na Biblioteca Joanina da UC arrancam em Janeiro de 2023

27 de Outubro 2022 Rádio Regional do Centro: Obras na Biblioteca Joanina da UC arrancam em Janeiro de 2023

O Reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, avançou, esta quianta-feira (27), que a intervenção de recuperação de que vai ser alvo a Biblioteca Joanina, deverá estar no terreno em Janeiro de 2023, incidindo numa primeira fase no telhado.
“A primeira área é a cobertura, para evitar qualquer tipo de entrada de água. Provavelmente levará um telhado de zinco, porque a Direcção Regional da Cultura a isso obriga, para que caso haja um problema não haja infiltrações”, informou.
À margem do colóquio “Bibliotecas Icónicas da História da Humanidade”, que se realiza hoje e sexta-feira em Coimbra, Amílcar Falcão explicou que, quase em simultâneo com a obra do telhado, será levada a cabo uma intervenção nas fachadas do edifício.
“Outra coisa que também é prioritária e que está no caderno encargos, é a componente eléctrica. Toda a parte eléctrica da Biblioteca Joanina já tem muitos anos e falha muitas vezes, existindo a possibilidade de poder haver um curto-circuito”, referiu.
Depois da substituição completa de toda a parte eléctrica da Biblioteca Joanina, as obras irão incidir na acessibilidade. “Vamos colocar um elevador, externo e panorâmico, que irá permitir o acesso aos diferentes pisos”, descreveu.
O Reitor da Universidade de Coimbra explicou que estas três fases de intervenção no edifício da Biblioteca Joanina deverão ter uma duração de mais de um ano e meio, representando um investimento de mais de 1,5 milhões de euros, com financiamento do programa comunitário Portugal 2020.
Durante a intervenção de mais de ano e meio, a Biblioteca vai “continuar a poder ser visitada”, em praticamente todos os momentos. Sobre o número de visitas à Biblioteca Joanina, Amílcar Falcão disse aos jornalistas que depois da pandemia, causada pela covid-19, não voltaram a ter o mesmo número de turistas.
“A ideia é mais diminuir o número de pessoas por grupo do que propriamente diminuir o número de grupos”, concretizou. A par desta medida, e de forma a evitar a degradação do edifício, a entrada deixou de se fazer pela porta da frente.
“São usadas as entradas laterais precisamente para evitar abrir a porta da frente, que é uma porta que é muito grande e muito pesada, que tem acesso directo para o pátio e as poeiras entram”, sustentou.
O Reitor da Universidade de Coimbra disse ainda que está a ser estudada a possibilidade de disponibilizar visitas virtuais, onde as pessoas possam, “por um preço mais acessível e de forma mais massiva, ver a Biblioteca Joanina sem estar necessariamente dentro da biblioteca”.

Fonte: Campeão das Províncias

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